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Amostras de engenharia do Nova Lake enviadas aos parceiros da Intel: uma boa sensação para os novos processadores
A Nova Lake está a correr bem e a Intel parece estar a cumprir o calendário para colocar os seus chips no mercado no final de 2026/início de 2027.
Há pouco mais de um mês, divulgámos uma informação fundamental no processo de marketing da Intel para a geração Nova Lake: todos os treze chips planeados para o lançamento desta nova arquitetura tinham sido divulgados. Estes treze chips são susceptíveis de marcar o regresso da Intel à vanguarda da conceção e fabrico de processadores. A Nova Lake completará a arquitetura Arrow Lake, que já tinha marcado uma mudança profunda na estratégia da Intel, uma vez que, pela primeira vez em muito tempo, a ênfase já não estava apenas nas frequências de funcionamento: a eficiência energética era mais importante do que qualquer outra coisa. Além disso, o Nova Lake deverá ser uma oportunidade para a Intel mostrar a sua experiência em gravação, uma vez que serão os primeiros chips a serem gravados utilizando o processo Intel 18A, o que lhe deverá permitir competir com o gigante taiwanês TSMC.
Apesar dos seus avanços, convém recordar que o Arrow Lake foi, em parte, uma admissão de impotência por parte da Intel, uma vez que o fabrico efetivo do chip foi feito pela TSMC: a Intel "simplesmente" recebeu os núcleos produzidos pela TSMC e montou-os na embalagem 3D da Foveros. Na realidade, esta prática já é uma façanha, mas com o Nova Lake, a Intel está de volta ao controlo. Não apenas a embalagem, mas também a fabricação, e as últimas notícias são bastante boas a esse respeito, com vários informantes relatando recentemente que as primeiras amostras de engenharia foram enviadas pelo grupo americano. Este é um passo fundamental: o envio destas amostras significa que a Intel está suficientemente confiante para as enviar aos seus parceiros mais próximos. Estes parceiros poderão então fornecer feedback e, acima de tudo, testar a integração dos chips Nova Lake nas suas futuras configurações.
Além disso, várias fontes estão a relatar as primeiras fugas de informação sobre o desempenho. Naturalmente, é importante manter uma certa distância quando se trata de informações numa fase tão precoce: não sabemos nada sobre o contexto ou o que isto implica a nível estritamente técnico. No entanto, fala-se de um aumento de 100% no desempenho multithread entre o Arrow Lake e o Nova Lake, e um aumento adicional de 20% no desempenho single-threaded. Para moderar um pouco o nosso entusiasmo, convém lembrar que o processador Nova Lake mais potente deverá incorporar 52 núcleos: mais do dobro do Arrow Lake mais potente. Portanto, esperemos, para o bem da Intel, que este ganho de 100% em multi-threading seja pelo menos para o mesmo número de núcleos.